Um julgamento sem crime, que deve ter a ação arquivada. Essa foi a leitura feita pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) que decidiu, por unanimidade, acolher pedido da defesa do ex-prefeito José Ronaldo sobre a ação movida pelo Ministério Público contra ele, tendo como base a contratação de cooperativa em 2013. Na época, a COOPERSADE teve renovado, sem licitação, o contrato com o município, no valor de R$ 6,3 milhões, para prestação de serviços na área de saúde.

O habeas corpus solicitado pela defesa de José Ronaldo teve julgamento nesta terça-feira (30) no Tribunal de Justiça. Os advogados de José Ronaldo alegaram que o Ministério Público não apontou qualquer prejuízo ao erário e que por isso não houve crime.

Um caso que despertou grande interesse dos opositores ao ex-gestor. A esperança era de ver José Ronaldo condenado. O tribunal jogou água no chope da oposição, que vai passar o feriado frustrada.