Ex-vereador, ex-deputado estadual e ex-prefeito de Feira de Santana, o médico Tarcízio Pimenta falou com exclusividade ao www.oprotagonistafsa.com.br sobre seus planos para a eleição de 2020. Não descartou disputar cargo eletivo, mas deu certeza que caso não dispute voto, vai apoiar alguém.
Tarcízio até o momento não foi procurado por ninguém sobre um possível apoio – nem mesmo do seu partido. Situação que de certa forma o deixa desapontado. De fato, até surpreendente para quem tem o histórico político de Tarcízio.
Ainda filiado ao DEM, Tarcízio deixa abertas as possibilidades quando perguntado se poderia disputar a eleição ou apoiar algum candidato fora da sua atual legenda. “Tudo depende de conversa”, dispara.
Pimenta faz uma surpreendente declaração sobre o insucesso da sua tentativa de reeleição em 2012: “naquela época havia um apelo grande para a volta de José Ronaldo. Hoje percebo que poderia ter feito uma composição com o grupo para abrir mão de minha candidatura e apoiar a Ronaldo”, avalia – Tarcízio foi o menos votado entre os candidatos na época com 18.100 votos.
Dono de apenas 12.900 votos na eleição para deputado estadual em 2018, em Feira de Santana, Tarcízio credita o insucesso a três motivos: “faltou apoio, minha candidatura foi lançada muito tardiamente, apenas 30 dias ates da eleição, e além disso eu tinha uma equipe pequena, com apenas cinco pessoas. Também teve a desistência de ACM Neto em disputar como governador”, acentua.
Ainda sobre o atual prefeito de Salvador, Tarcízio observa que ele não apenas prejudicou sua candidatura a deputado, como, também, de todo o grupo, Incluindo os candidatos a senador e também a José Ronaldo.
Sobre o ex-prefeito José Ronaldo, ele diz que a relação é boa, atualmente. “Não há problema algum da minha parte”, salienta.
Dr. Tarcízio Pimenta segue trabalhando como médico e, nesse momento, diz não estar conversado sobre política com ninguém. Nada que um telefonema não mude.
Em relação ao Governo de Colbert Martins Filho, Pimenta dá um conselho: “precisa olhar a gestão política”.