CURTA AS CURTAS

- Governo municipal e alguns vereadores da base não falam a mesma língua quando o assunto é Shopping Popular.

- Por falar em Shopping Popular, começou a circular nas redes sociais um cards de comercialização de boxes. Oferecidos por corretores. O Protagonista entrou em contato com um deles. Descobriu, por exemplo, que os preços variam entre R$ 60 e R$ 70 mil. Salgado, para camelôs e ambulantes.

- Mas a venda é perfeitamente legal, ao contrário de algumas insinuações. O consórcio tem 5 mil metros quadrados de espaço para comercializar. Para a Prefeitura ficaram 9 mil metros quadrados, onde devem constar estacionamento e os boxes dos camelôs e ambulantes cadastrados.

- Em sua entrevista ao Protagonista, o ex-vereador Marialvo Barreto questiona se seria “bravata”, nesse momento, a candidatura do deputado Targino Machado a prefeito de Feira. Pelo menos aqui no blog até agora o parlamentar não disse isso. Mas, em política, não existe “dessa água nunca beberei”.

- Alvo das indiretas e alfinetadas do professor Marialvo Barreto, o deputado federal Zé Neto tem, aí, um grande desafio pela frente: conquistar a “fera”.

- Por falar em Zé Neto, o deputado manteve contato com o Protagonista. Disse que o vídeo com críticas sobre o São João de São José refletiu a insatisfação de barraqueiros, pelas vendas fracas, e do público, pelas atrações fracas e fim de festa cedo.

- O Protagonista concorda com o deputado sobre a crítica à grade de atrações na festa.

- Mais uma disputa de paternidade entre vereadores. Agora é pela instalação de ar-condicionado nas escolas municipais – já anunciada pelo governo.

- Lulinha até foi para as redes sociais reivindicar a paternidade da boa notícia. Esbarra na inconstitucionalidade. Vereador não pode apresentar projeto de lei que gere gastos ao orçamento do município. Dessa vez a criança tem pai, com nome e sobrenome: vereador Marcos Lima, autor da (constitucional) indicação ao prefeito Colbert Filho. Mas, para evitar ciúmes, Lulinha pode ser o padrinho do rebento.

- Em 2021, os secretários municipais em Feira receberão R$ 18.991,69. Alguns fazem por merecer o alto salário. Outros, se ganhassem salário mínimo ainda seria exagerado.

- Já os vereadores feirenses terão salário de R$ 18.991,69. Quase dezenove vezes mais que um trabalhador comum. Para quem “trabalha” em três sessões semanais, é um salário sensacional. Isso fora os benefícios que não são poucos

- O vice-prefeito de Feira de Santana perceberá a mesma remuneração mensal de um secretário e vereador: R$ 18.991,69. Vice-prefeito nem deveria ser remunerado.

- O presidente da Câmara Municipal, vereador José Carneiro, argumentou que o último reajuste salarial dos vereadores e secretários municipais foi concedido em 2008. Bastante reconfortante saber disso.

- Com muitos votos “naturais” para transferir, o esquecido Tarcízio Pimenta é peça importante no tabuleiro da sucessão. Hoje ele está no DEM. Hoje.

- O jornalista Girlânio Guirra (revista Alternativa) puxou a fila de profissionais de imprensa pré-candidatos a vereador em 2020. Vem mais gente por aí.

- O Mercado de Arte Popular precisa de uma boa arrumada.

- O Protagonista não vê problema em ter suas matérias e notas replicadas por outros veículos de comunicação. Com crédito seria ético.

Vou ali, que por aqui tá difícil.