O polêmico deputado Targino Machado respondeu à nota do deputado federal Zé Neto no www.oprotagonistafsa.com.br sobre o almoço dessa quarta-feira passada (5) com Carlos Geilson. Bem ao seu estilo, ironizou o parlamentar petista: “Tanto ti-ti-ti por conta de um almoço?”.  Ao mesmo tempo, Targino também jogou um balde de gelo na empolgação gerada pelo badalado almoço, ao revelar que na semana passada iniciou suas conversas políticas, sobre eleições em Feira de Santana, com o vereador Roberto Tourinho - sem nenhuma publicidade ou ôba ôba. Disse que vai conversar bastante até as eleições. Com muita gente. E assim deixou nas entrelinhas que, ao contrário do que se possa pensar, o Ouvidor Geral do Estado pode não escutar o que tanto deseja futuramente. Abaixo, a íntegra da nota de Targino ao Protagonista.
“Tanto ti-ti-ti por conta de um almoço? Eu busco dialogar com a população, urbana e rural, todo o tempo, independentemente de calendário eleitoral. Eis a diferença. Comecei as conversas políticas na semana passada com o amigo vereador Roberto Tourinho. Não publicizamos pelo fato de sermos aliados políticos já há alguns anos, e vejo nele um grande quadro político, dos melhores que Feira de Santana hospeda, cujo nome está no tabuleiro à disposição para a escolha popular. De igual modo, conversei hoje (quarta) com o ex-deputado Carlos Geilson, que também pretende colocar o seu nome à disposição do povo no pleito do próximo ano. As conversas com este nível de interlocutores começaram e não têm prazo para terminar.
O momento é de conversar para quase todos os lados, com o fito de pensar novos rumos para a cidade. Todos que pensem e desejem uma Feira de Santana liberta e libertária, com políticas públicas no sentido do desenvolvimento social, serão procurados para contribuir.
Naturalmente é cedo para se falar em candidato a prefeito. Necessário construir-se um grupo de convergência de pensamentos, onde todos possam sonhar, sem amarras a projetos pessoais. Este movimento não tem dono, estrela ou constelação. Tem, e terá, conversa à exaustão. Quem viver, verá.”