O empresário Elias Tergilene, responsável pelo consórcio que administra o Centro Comercial Popular em Feira de Santana, entrou em contato com o Protagonista nessa sexta-feira (19). Deu algumas informações importantes sobre o andamento do Shopping Popular.
Elias e o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, Antônio Carlos Borges Júnior, estiveram no Ministério Público. Com a presença de representantes do setor de artesanatos assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Representantes do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) também participaram da reunião.
No documento há o compromisso de o consórcio setorizar o Centro Comercial Popular. “E o setor de artesanato será o primeiro a ser instalado”, informa Tergilene.
Também está sendo definida junto com o secretário Borges Júnior, a localização dos espaços para instalação de órgãos públicos, bancos, cooperativas, Polícia Militar, dentre outros. “Haverá a setorização desse tipo de atividade. Teremos um mini CEAF, com serviços como Casa do Trabalhador e Procon, por exemplo. Estamos avaliando a possibilidade de outros órgãos e repartições, em uma espécie de núcleo”, explicou o secretário Borges Júnior.
Outra definição é em relação ao sorteio para entrega dos boxes. “Em agosto haverá o sorteio, para que todos os ambulantes possam adequar seus boxes. O setor de artesanato será o primeiro. Logo após, os demais setores, como ficou definido no TAC assinado no Ministério Público”, explica o secretário.
Ainda na tarde dessa sexta-feira (19), Tergilene e Borges Júnior estiveram no canteiro de obras, no Centro de Abastecimento, quando foi definido o cronograma até o final das obras. “Em setembro terminam as obras e aí começa a mudança dos ambulantes do centro da cidade para o Centro Comercial Popular”, destaca Borges Júnior.
Outra novidade informada é que o acesso dos ambulantes aos boxes será mediante biometria, já cadastrada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico.
O secretário Borges Júnior reforça que não existe venda definitiva de boxes no Centro Comercial Popular. “O que o consórcio está negociando em seu espaço é a concessão de uso por 30 anos”, acentua.