O deputado federal Zé Neto começou a se movimentar. Em contato com o Protagonista informou que tem agendadas conversas com alguns personagens do cenário da sucessão municipal: Sérgio Carneiro, Roberto Tourinho, Tarcízio Pimenta, Jonathas Monteiro e Targino Machado são alguns nomes citados pelo petista – alguns até já agendados. “Mas não estou preocupado, agora, com quem vai fechar com quem. Até porque vamos trabalhar sintonizados com o PT, nosso partido. Temos o Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE) e vamos afinar tudo com ele”, salienta.
Sobre a caravana para a zona rural, Zé Neto diz que está sendo planejada. “Vamos juntar os mandatos do vereador Alberto Nery, do deputado estadual Robinson Almeida e o nosso e trabalhar ouvindo a cidade. Aí vamos partir para a zona rural”, explica, salientando que os custos serão divididos entre os três mandatos.
Voltando a falar sobre alianças para 2020, o deputado entende que, por enquanto, “não tem ninguém com ninguém. Uma ou duas situações definidas, mas tudo ainda prematuro. O PT, talvez, foi o último partido a definir candidatura. Agora outros nomes têm surgido aí”, avalia.
Mesmo pregando pés no chão, Zé Neto avalia positivamente sua condição de liderança nas pesquisas realizadas até agora em Feira de Santana. “Isso tem incomodado. Sempre começamos abaixo de dois dígitos nas pesquisas. Em 2011, por exemplo, eu tinha 7%, em pesquisa feita na época pela Economic. Então quando aparecemos agora com 25 e até 30 por cento, incomoda muita gente. Para se ter uma ideia, o máximo que alcançamos em eleição foi em 2012, quando conseguimos 16.8% dos votos. Imagina aí...”, compara.
“Estar bem pontuado é importante, mas não nos faz pensar que a eleição está ganha. Está longe e vamos trabalhar para agregar. No momento, sigo com minha missão de representar minha cidade, meu Estado e meu país no Congresso”, concluiu Zé Neto.