Para o deputado federal petista Zé Neto, a conversa com o ex-deputado Carlos Geílson, na semana passada, faz parte de uma agenda que inclui contatos com potenciais aliados. Ele negou que tenha arestas com Geílson, mas admite que pode ter havido “alguns ruídos em certos momentos”. Ao Protagonista ele revelou que quer discutir mais ideias e evitar picuinhas.
“Não há arestas entre eu e Geílson. Teve algum ruído em algum momento aí, mas nada significativo. A visita que fiz a ele foi de gentileza. Fui bem atendido na Ouvidoria. Conversamos sobre Feira, sobre o Estado e a conjuntura política, além das deficiências que Feira tem enfrentado. Uma coisa natural, afinal fazemos parte do mesmo projeto em nível estadual”, afirmou o petista.
“Temos uma amizade pessoal de muitos anos que ultrapassa a política. Gostei da conversa, mas não negociamos sobre aliança”, acentua.
O deputado federal petista informa que pretende ampliar as conversas com potenciais aliados para 2020. “No mais vou continuar conversado com todos. Sérgio Carneiro (através do vereador Roberto Tourinho) e também Tarcízio Pimenta. Encontrei Targino Machado em um café da manhã e, mesmo sendo ele de oposição ao governo do estado, podemos conversar. Temos a responsabilidade de montar um debate, com serenidade e respeito pessoal. Temos algo em comum que é achar que Feira precisa mudar o que está aí. Temos, também, Jonatas Monteiro e o pessoal do PSol para conversar”, revela.
Segundo Zé Neto, as picuinhas serão evitadas. “Outras conversas estão em andamento. O PT tem o GTE (Grupo de Trabalho Eleitoral) sendo estruturado, mas já está funcionando. E é isso aí, quero trabalhar com serenidade para chegar nesse processo eleitoral discutindo mais ideias do que picuinhas”, acentua.