Em nota enviada pela Secretaria Municipal de Comunicação Social o governo se manifestou sobre os questionamentos levantados na quarta-feira (7) sobre o Centro Comercial Popular. "Tudo passou pelo crivo do Ministério Público", diz a nota.
"O Centro Comercial Popular é um projeto amplamente discutido com os vendedores ambulantes e seus representantes em várias e longas audiências públicas; com os dirigentes de entidades de classes e o Conselho  de Desenvolvimento Econômico e com a Câmara de Vereadores,  com quem também compartilhamos os debates". A declaração é  do secretário de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico do Município, Antonio Carlos Borges Júnior.
Ele se refere a críticas e especulações feitas na quarta-feira sobre a obra na região do Centro de Abastecimento, por um advogado criminalista, em entrevistas concedidas a vários veículos de comunicação.
De acordo com Borges Júnior, o projeto teve a participação não apenas  da sociedade civil, do Poder Legislativo e dos camelôs, diretamente interessados. Também passou  pelo crivo do Ministério Público, inclusive em apreciação de denúncias feitas por oposicionistas.
Sobre as acusações do advogado, as vésperas da entrega do empreendimento, ameaçando acionar a Justiça, o secretário informa que não há preocupação com isto. "Todos tem direitos e deveres perante o contrato e também à lei: Poder público, o consórcio de empresas envolvido na obra e os comerciantes que venham a se estabelecer no entreposto. E todos  devem cumprir o que lhes cabe", diz o secretário. 
A meta da Prefeitura é retirar 1.800 vendedores ambulantes das ruas e leva-los para o Centro Comercial Popular. Com isto, organizar o centro da cidade. Ao final do período de concessão, 30 anos, o equipamento retorna para o patrimônio do Município", diz a nota da Secom.