O professor Jhonatas Monteiro (PSol) comentou para o Protagonista o resultado da pesquisa recente divulgada para prefeito de Feira de Santana, pelo Instituto Paraná (leia mais). Ele entende que “o cenário de 2020 ainda é muito incerto e não está definido porque a gente vive um período muito tumultuado politicamente”. Segundo Jhonatas, o fato de as pessoas lembrarem, ter uma referência no nome, “não deixa de ser um indicador positivo, ainda mais no quadro que eu não anunciei pré-candidatura, pois o PSol ainda está discutindo sobre isso”.
“Toda pesquisa é relativa: a amostra, o método, a intenção política de quem contratou. Então não é para ser tanto ao céu, nem tanto ao mar. Com relação aos números, já teve caso anterior que eu comecei com 1% em pesquisas e terminei a eleição com dez vezes mais, quase. Então depende de um conjunto de fatores. Um deles, em especial, é o cenário de 2020 que ainda é muito incerto. E ainda tem a questão das regras eleitorais. O cenário não está definido porque a gente vive um período muito tumultuado politicamente, inclusive onde vai haver muito desgaste das figuras políticas, especialmente daquelas que se alinham aos ataques que o povo tem sofrido no ponto de vista dos direitos. Vamos ver, ainda, o quanto de água passa debaixo da ponte, para 2020. Mas, de qualquer forma, é importante porque não deixa de ser um indicador de reconhecimento social, considerando o fato de, entre os nomes que ali aparecem, eu sou o único que não é nem político profissional, nem vivo da política, nem sou ocupante de cargo público nesse momento e nem ocupo espaço de mídia. Ainda o fato de as pessoas lembrarem, ter uma referência no nome, não deixa de ser um indicador positivo, ainda mais no quadro que eu não anunciei pré-candidatura, pois o PSol ainda está discutindo sobre isso”.