Feira de Santana será a única cidade baiana a receber em 2020 o modelo de escola cívico-militar. De acordo com sua assessoria, a indicação ao Ministério da Educação foi feita pela deputada federal Professora Dayane Pimentel (PSL). Cada escola beneficiada receberá R$ 1 milhão para o pagamento de pessoal e reforma da estrutura - em todo o Brasil, serão 54 unidades.
"Na Bahia, o governador Rui Costa não aderiu. Muitas cidades grandes, com condições de fornecer o número propício de militares para atuar nas escolas, não aderiram. Mas Feira de Santana respondeu a todas as exigências e, por isso, foi escolhida para receber a escola Cívico-militar", disse a deputada feirense.
"Eu atuei diretamente para que não perdêssemos essa brilhante chance, em diálogos com o ministro Abraham Weintraub, não poupei esforços para que mais esse sonho se realizasse. Por isso parabenizo o ministro e a nossa Princesa do Sertão. Estamos trabalhando para estabelecer índices educacioanais cada vez melhores", comentou a Professora Dayane Pimentel.
Modelo - De acordo com o MEC, cerca de 1.000 militares, tanto da reserva como da ativa, vão participar do projeto-piloto, atuando na gestão educacional das instituições. Segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub, a escolha das escolas levou em conta a localidade, a partir de “uma equação com variáveis com base em critério absolutamente técnico”.
“São as primeiras 54 escolas cívico-militares. Começam a funcionar já na volta às aulas. É um modelo que a gente acredita que vai ter amplo sucesso no Brasil. Nossa meta é ambiciosa e vamos ajustar esse método”, disse o ministro.
Foram priorizadas escolas em capitais e regiões metropolitanas em função do acesso a um número maior de estudantes. Entre as escolas escolhidas, 19 estão localizadas na Região Norte; 12 na Região Sul; 10 na Centro-Oeste; 8 no Nordeste; e 5 no Sudeste. Piauí, Sergipe e Espírito Santo ficaram de fora. Cada escola receberá R$ 1 milhão do governo, o que totaliza R$ 54 milhões em recursos.
Parte dos recursos (R$28 milhões) terá como destino o Ministério da Defesa, a quem caberá arcar com os pagamentos dos militares da reserva das Forças Armadas. O restante (R$ 26 milhões) vão para o governo local, para serem aplicados nas infraestruturas das unidades, materiais escolares e reformas.
(Foto e informações: Assessoria de comunicação da deputada Dayane Pimentel)