Dezenas de servidores que atuam na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SEDESO) estão com o pagamento de salário dos meses de setembro e outubro suspensos. Motivo: não conseguiram comprovar que trabalharam durante esse período.
De acordo com o secretário Pablo Roberto Gonçalves, a maioria desses servidores está nos Centros de Referência em Assistência Social (Cras).
A frequência dos colaboradores é controlada por chefes e coordenadores de setor. A lista de frequência é enviada para as cooperativas, que efetuam o pagamento.
Segundo Pablo, a determinação de atestar a frequência começou há dois meses durante uma reunião da secretaria. “Os servidores que não tiveram as suas frequências atestadas, o salário está bloqueado e só será disponibilizado à medida que o seu chefe imediato atestar a sua frequência que comprove que de fato trabalhou aquela carga horária durante todo o mês. Temos vários profissionais nessa situação: técnicos de nível superior, assistente social, psicólogo, e isso serve para qualquer servidor da secretaria, independente da função que ele exerça”, afirmou Pablo ao Acorda Cidade.
O controle de registro de ponto foi implantado na SEDESO com o objetivo de que todos os servidores atestem a frequência. O sistema está em expansão também para outros equipamentos. Para os que não têm, a comprovação acontece mediante assinatura da frequência.