“Recebo com naturalidade e, ao mesmo tempo, com alegria os números desta pesquisa para prefeito de Feira de Santana. Eu tenho um hábito de quando apareço bem, não ficar eufórico, e quando não apareço bem, não ficar triste. Porque entendo que pesquisa é uma radiografia do momento. Mas, tomando como base o momento dessa radiografia política, os números são interessantíssimos para mim. Porque nós crescemos 6% numa pesquisa do mesmo instituto, de junho até dezembro, conforme a boa matéria postada nesta terça-feira (10) do Protagonista (leia mais). Nossa rejeição, que já era pequena, caiu ainda mais. Reduziu para 2%. Isso mostra que o posicionamento de conversar com todos os segmentos da população é a forma mais correta de fazer política. Uma eleição onde os grandes cabos eleitores ainda não se posicionaram. Eles não são milagreiros, mas precisam que os seus candidatos estejam bem sintonizados e com baixa rejeição para que eles tenham poder de fogo para crescimento. Eu vejo quatro nomes aí que se posicionam na linha de frente. Isso não quer dizer que aqueles que não se posicionaram bem nessa pesquisa estão alijados, mas o processo começa a se afunilar. Vamos para frente, conversando com o povo, candidatura alicerçada nas vielas, nos guetos, nas camadas mais simples, em todas as camadas sociais. Também junto àqueles que têm maior poder aquisitivo, dialogar com toda sociedade, para que todos possam sentir que temos condições de fazer o melhor por Feira de Santana”.