O ex-deputado Carlos Geílson assume o comando da Comissão Executiva Municipal do Podemos em Feira de Santana, em evento no próximo sábado (1º/02), no Hotel Íbis, ao lado do Shopping Boulevard. Nessa quarta-feira (29), o Ouvidor Geral do Estado bateu um papo com o Protagonista. Revelou que chega ao novo partido “para desfazer um equívoco e se reencontrar com a própria história”. Sobre o ex-prefeito José Ronaldo, Geílson entende que a eleição para prefeito em Feira terá dois turnos “e poderemos estar alinhados em uma situação mais para frente”.
O Protagonista - O sr. chega ao Podemos com quais objetivos?
Carlos Geílson – De me reencontrar com minha história política. Desfazer um equívoco, que foi ter saído do antigo PTN, hoje Podemos. Chego com a viva intenção de disputar a Prefeitura de Feira de Santana.
O Protagonista - O Podemos era comandado pelo coordenador da Ciretran, policial rodoviário federal Silvio Dias, aliado do deputado Zé Neto. Silvio ainda está no partido?
Carlos Geílson – Ele me disse que estava de saída do Podemos. Recebi a informação de que ele já bateu asas e deixou o partido.
O Protagonista - Sua chegada ao Podemos significa que, este ano, não há a possibilidade de um realinhamento seu com o grupo do ex-prefeito José Ronaldo? Descartada essa volta em 2020?
Carlos Geílson – A minha chegada ao Podemos é para que eu possa dialogar com todos os setores da sociedade e com todos os segmentos da classe política local. Essa é uma eleição de dois turnos, onde, perfeitamente, poderemos estar alinhados em uma situação mais para frente na política. Qualquer cidadão que opte por se candidatar à Prefeitura de Feira, em uma eleição que caminha para ser em dois turnos, que não faz alinhamento com esse ou aquele grupo, na verdade esse político trata-se de uma azêmola (animal) passiva.