O ex-deputado e Ouvidor Geral do Estado, Carlos Geílson – que está com os dois pés no Podemos -, se manifestou sobre o Shopping Popular. Em vídeo divulgado em redes sociais, Geílson questiona as condições do contrato tanto entre Prefeitura e o Consórcio, quanto sobre Consórcio e camelôs.
Ele sugere que o contrato tenha 35 anos, e não 30, para que os boxes sejam devolvidos ao Poder Público, como determina o contrato.
Carlos Geílson também entende que os valores cobrados aos camelôs em aluguel e taxas deveriam ter sido mais discutidos. “Para saber se os preços são compatíveis com as condições dos camelôs. A perspectiva é ficar difícil de dar certo”, analisa.