“Nem de longe, nem de perto essa possibilidade passa pela minha cabeça”. A frase é do ex-deputado e Ouvidor Geral do Estado, Carlos Geílson, sobre a especulação de que ele seria candidato a vice-prefeito em uma das chapas que estão em processo de formação.
Carlos Geílson, inclusive, informa ao Protagonista, em primeira mão, que iniciou o planejamento para a campanha, com seus assessores. “Vamos discutir internamente tudo que envolve este assunto (candidatura)”, acentua.
“Vamos primeiro trabalhar para fortalecer nosso nome. Ver as perspectivas. Se continuarem alvissareiras como estão, estarei no pleito de outubro, sem sombra de dúvidas”, enfatiza.
Geílson até já deu uma dica sobre a condução de sua campanha, quando a Justiça Eleitoral liberar o início das atividades. “Vou expor minhas ideias. Discutir questões locais de Feira de Santana. Estou focado nessa vertente”, destaca.
O zumzumzum político gira em torno de conjecturas sobre Carlos Geílson visto como um vice ideal para todas as possibilidades – Zé Neto, Colbert e Targino.
Nome leve, com baixíssima rejeição, Carlos Geílson se tornou o sonho de consumo de quem, em 2020, quer chegar ao Paço Maria Quitéria. Mas, difícil vai ser convencer o radialista de desistir de ser o candidato. Seu bom desempenho nas pesquisas, até agora, o credenciam a ser protagonista na disputa, não coadjuvante.