O consórcio responsável pela construção do Shopping Popular emitiu explicação, na noite dessa quinta-feira (23), sobre a água da chuva que cai do teto do prédio e causa acúmulo de água em algumas partes da obra.
A água empoçada causou receio em camelôs e muitos comentários nas redes sociais. “Algumas pessoas, desinformadas sobre aspectos técnicos da obra, confundem a opinião pública, com vídeos em que levantam suspeitas infundadas sobre a qualidade estrutural do equipamento”, diz trecho de uma matéria no site da Prefeitura.
Segundo o consórcio, está em fase final na obra o que se denomina em construção civil de "junta de dilatação". Trata-se de uma estrutura para garantir que o prédio possa suportar a trepidação causada pelos automóveis, bem como vedação para impedir a descida de água pelo teto, no período chuvoso.
"É uma borracha especial, preparada tanto para suportar peso elevado quanto resistir ao sol e a chuva", explica a engenharia do consórcio responsável pela obra. Essa "junta dilatação" é a mesma utilizada em viadutos e estádios de futebol.
A previsão de término da aplicação desse material é dia 31 de janeiro. Já está finalizado o trabalho nos blocos 1 e 2. Vai ser feito agora nos blocos 4, 5 e 6. Também será aplicado nas escadarias do equipamento.
Juntas de dilatação, também conhecidas como juntas de movimento são dispositivos criados para absorver a variação volumétrica dos materiais, e também usadas para mitigar os efeitos da vibração e movimentações inerentes à cada tipo de estrutura.
O Centro Comercial Popular está sendo construído com o que há de mais moderno para equipamentos do gênero, afirma Elias Tergilene, o sócio-majoritário do consórcio: "Os comerciantes que lá vão atuar e a população de Feira de Santana vão dispor de um equipamento totalmente seguro, confortável e dotado da mais alta tecnologia".
(Foto: site Acorda Cidade)