Entre a próxima sexta-feira (31/01) e a segunda-feira (03/02), a Prefeitura de Feira de Santana, através da Secretaria Municipal de Planejamento, deve apresentar à empresa Makro uma nova proposta de contra-partida para liberar o terreno, alvo de imbróglio, onde a Havan pretende se instalar em Feira de Santana.
O terreno é uma área institucional que a Makro deseja negociar com a Havan. Com o registro público de loteamento, a Prefeitura está impedida de acatar proposta para uso privado. 
Mas para não inviabilizar o investimento, importante para a economia local – geração de 200 empregos diretos -, o Município propôs à Makro que a empresa dê uma contrapartida à população – construção de uma creche, escola ou praça no loteamento, em troca do terreno.
Conforme o secretário Carlos Brito, “no ano passado fizemos essa proposta. Acharam alta. Ontem (terça-feira, 28) voltei a manter contato com a direção da Makro para encontrarmos uma solução para o impasse”, explica Brito.
“Evidentemente vemos como positiva a instalação da Havan em Feira, mas é preciso estar dentro das normas”, salienta. Conforme o secretário, a Prefeitura de Feira dispõe de legislação avançada de incentivo a implantação de empresas e geração de emprego e renda no município, porém sem passar por cima das leis.
Carlos Brito informa que o impasse não é recente. “Há cerca de 10 anos, a Makro nos procurou para construir uma loja no mesmo local. O problema era o mesmo: parte da terra está registrada na Prefeitura como loteamento. Consequentemente, dotado de espaço para fins institucionais (construção de equipamentos públicos)”, esclarece Brito.