Se fosse no futebol, diríamos que a associação que administra o histórico Mercado de Arte Popular de Feira de Santana faz gol contra, um atrás do outro. Medidas antipáticas da direção, em sequência, afastam os clientes do MAP.
O prédio histórico sofre com a ação do tempo e, muito mais, com a incompetência da associação.
Os comerciantes de bares, lanchonetes e restaurante são esmagados por decisões equivocadas, que só afastam a clientela. Mas os boletos com as taxas chegam pontualmente. Ou paga, ou sai.
Luzes do prédio apagadas com comerciantes ainda dentro das dependências, cancelamento de apresentações culturais, clientes maltratados, dentre outras medidas antipáticas, são a marca da associação, criticada por vários comerciantes.
Um dos reflexos disso se verifica no comportamento inadequado de um dos colaboradores da associação. Um segurança identificado pelo prenome de Jorge. Alvo de reclamações de frequentadores pela sua postura arrogante e agressiva.
Sob a proteção da associação, este senhor destrata homens, mulheres e crianças, como se fosse dono do Mercado de Arte. No sábado (14), ele deu mais um exemplo de sua “autoridade”: portões fechados às 16h, por determinação da associação. Dentro do MAP a diversão na área dos bares estava boa.
Porém, do lado de fora, em um dos portões, para algumas pessoas o acesso foi proibido. “Seu Jorge”, porém, como um deus na porta do céu, liberava e barrava quem ele queria. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e a Diretoria de Turismo precisam intervir urgentemente. A associação segue madrasta de comerciantes e, pior, de frequentadores do Mercado de Arte. Quanto ao todo poderoso “Seu Jorge”, que seja alertado que o MAP é um equipamento público e ele, representante da associação gestora, deve tratar as pessoas com respeito e educação. Na próxima, com certeza, a polícia será acionada para intervir. Já que, ao que parece, a baderna e a desorganização infectaram o ambiente.