"O vereador Roberto Tourinho e o advogado Ronaldo Mendes, que fazem uma oposição de baixo nível ao Município, estão atacando com "fake news" um importante projeto do prefeito Colbert Martins Filho no segmento de tecnologia, em Feira de Santana, bem como oportunizar, principalmente à juventude, trabalho e  participação na busca de soluções para diversas áreas no município. Na ânsia do discurso político  e da tentativa  desesperada - e em vão - de enganar a opinião pública com falsas notícias, estão propagando uma grande mentira em suas redes sociais.
Afirma o vereador: "A prefeitura contratou por R$ 25 milhões  (sic) a empresa BGI S.A. para realizar estudos de viabilidade para projetos de parceria público privada".  Em sua rede social, diz o advogado Ronaldo Mendes: "A prefeitura vai gastar R$ 2,5 milhões para que uma empresa privada realize um ‘estudo’ para aceleração de startups... essa fortuna deverá ser gasta pela empresa que vai realizar o tal estudo em até 180 dias".
Houvesse o mínimo interesse, eles teriam se informado corretamente, em vez de disseminado fake news. Mas como apurar, se o objetivo é distorcer? Vamos à verdade. O decreto municipal de número 11.527, datado de 15 de abril, não prevê desembolso de nenhum centavo  pela Prefeitura para elaboração do projeto. 
Trata-se manifestação de interesse, da parte da empresa portuguesa  BGI S.A,  para a realização de estudos e projetos acerca da viabilidade de criação e desenvolvimento de um HUB de Aceleração para Feira de Santana.  É instrumento de capacitação de empreendedores e aceleração de startups que funcione também como um pólo de inovação e desenvolvimento para empresas já existentes no Município.
As despesas para elaboração desse projeto podem chegar a até R$ 2,5 milhões e são custeadas pela empresa que manifestou o interesse: conta e risco dela, autorização  em conformidade com o artigo 21, da Lei Federal nº 8.987/95 e o artigo 3º do Decreto Municipal nº 9.018/2013.  O estudo é o primeiro passo para possível encaminhamento de uma Parceria Público-Privada que o prefeito Colbert Martins Filho pretende executar para a estruturação de um parque profissional de tecnologia na cidade. 
Após a entrega do projeto e havendo interesse do Município em executar a PPP, a Prefeitura fará uma licitação  internacional para selecionar a sua parceira. Caso a vencedora do processo não seja a BGI S.A,  receberá da empresa selecionada o valor que investiu para elaborar o estudo. Mais uma vez: a Prefeitura nada desembolsará. É o que  preconiza o artigo 21 da Lei Federal nº 8.987, de 1995. Ela permite que seja autorizada a realização de estudos, levantamentos ou projetos, vinculados à concessão, de utilidade para a licitação, "devendo o vencedor ressarcir os dispêndios correspondentes, a serem especificados no edital".
A empresa portuguesa conheceu o potencial de Feira de Santana por ocasião da participação do município no Business Council For Sustainable Development (WBCSD), o Conselho Empresarial Mundial Para o Desenvolvimento Sustentável, realizado em Lisboa, outubro do ano passado. Como se constata, os dois políticos agem de má fé para enganar  incautos. O vereador e seu correligionário produzem fake news para tentar atrapalhar um grande projeto visando estimular a juventude envolvida com a tecnologia no nosso município.
Afinal, o jovem que tenta se inserir no mercado tecnológico, mas não reune condições financeiras para montar seu próprio negócio, poderá compartilhar com seus colegas um espaço bem equipado e com toda a estrutura para desenvolver as suas atividades profissionais, gerando conhecimento, renda e  soluções para a cidade, modelo semelhante ao que se encontra funcionando em outras grandes cidades do mundo.
É lamentável que um vereador pretendente ao Governo e um advogado aspirante à Câmara possam desvirtuar informações para atender a  interesses político-partidários."
Carlos  Brito - Secretário Municipal de Planejamento