Quem sentir algum problema de saúde de baixa ou média complexidade não se dirija ao Hospital Geral Clériston Andrade. A porta da emergência está fechada e vai seguir assim de acordo com a direção da unidade.
Segundo o diretor geral do HGCA, José Carlos Pitangueira, o fechamento da porta da emergência ocorre por dois motivos: “primeiro, porque estamos em obras; segundo, porque muita gente está nos procurando sentindo problemas que devem ser atendidos em UPA e Policlínica”, explica.
“A pessoa desinformada sente uma dor de barriga ou dá um espirro e vem procurar o Clériston Andrade. Está errado. Somos para atendimento de alta complexidade, como casos de tiro, facada e acidentes”, informa.
Em relação a casos de coronavírus, existem dez leitos exclusivos para atendimento no HGCA, mas existem regras. “Atendemos casos regulados”, acentua Pitangueira, acrescentando que quando o HGCA 2 for inaugurado, todos os casos de covid-19 serão atendidos lá.