O PSL da deputada Dayane Pimentel pagou R$ 21.200 (vinte e um mil e duzentos reais) por uma pesquisa eleitoral realizada em Feira de Santana. A empresa escolhida para a “tarefa” foi o Instituto Paraná, o mesmo que em 2019 divulgou uma pesquisa considerada suspeita, onde a deputada aparecia com estratosféricos 10% nas intenções de voto (leia mais).

De acordo com o site Olá Bahia, o valor pago consta no processo de registro da pesquisa junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A consulta foi registrada dia 30 de junho, com data de divulgação prevista para 6 de julho – o que não ocorreu, até o momento.

Segundo registro, foram entrevistadas mil pessoas. A metodologia da pesquisa foi a quantitativa, com a realização de entrevistas telefônicas, com a utilização de um questionário.

O site teve acesso ao questionário da pesquisa, que apresentou alguns cenários na disputa da eleição para prefeito de Feira. Em um deles, na forma estimulada, a pesquisa apresentou os nomes de 7 candidatos: Carlos Geilson (Podemos), Colbert Filho (MDB), Jhonatas Monteiro (PSOL), José de Arimatéia (Republicanos), Dayane Pimentel (PSL), Targino Machado (DEM) e Zé Neto (PT).

Em um outro cenário, a pesquisa apresenta apenas quatro nomes para a disputa: Colbert Filho, Dayane Pimentel, Targino Machado e Zé Neto.

A pesquisa do PSL de Dayane Pimentel também avaliou a importância do apoio do presidente da República, Jair Bolsonaro – responsável direto pela eleição da deputada, mas que hoje a considera uma traidora -, do governador da Bahia, Rui Costa e do ex-prefeito José Ronaldo.

O site não teve acesso ao resultado da pesquisa, que estava previsto de ser divulgado no início desse mês de julho.