Colbert Filho rompe o silêncio e questiona a APLB/Sindicato. O prefeito informa, por exemplo, que os salários da categoria estão em dia. “A entidade reivindica auxílio transporte e horas extras mesmo estando o município com as aulas suspensas”, observa.

Na véspera de a APLB levar novamente alguns manifestantes para interditar o acesso de veículos em frente à Prefeitura, como promete fazer todas as terças-feiras, Colbert usou as redes sociais para tornar pública sua versão sobre a questão salarial dos professores.

Contrariando a narrativa da APLB, que, através da sindicalista Marlede Oliveira insiste em denunciar que o prefeito teria cortado 70% dos salários dos professores, Colbert veio a público confrontar o sindicato, garantindo que os salários dos docentes não foram tocados.

O prefeito explicou, entretanto, que desde março, quando as aulas da rede pública municipal foram suspensas em função da pandemia, a Prefeitura deixou de pagar horas extras e também deslocamento a todos os funcionários da educação, já que não estão dando aulas e as escolas estão fechadas.

Dirigindo-se à população,  Colbert indagou se  alguém achava correto pagar as horas extras e deslocamento aos professores, uma vez que ninguém está trabalhando?

Ao recorrer à Justiça, a APLB perdeu a ação contra o Governo Municipal. Colbert aproveitou a oportunidade também para questionar o motivo do silêncio da APLB diante da atitude do Governo do Estado de não reajustar os salários dos professores há 6 anos, enquanto a Prefeitura garante reajuste acima da inflação.

A indagação deu a entender que as manifestações encabeçadas pelo sindicato na cidade têm viés político.