As atividades científicas do Centro de Educação Básica da Uefs; as afeições artísticas da Escola João Paulo II; e os projetos de cunho socioambiental da Escola Municipal Regina Vital, entre outros fatores, garantiram às unidades de ensino os melhores índices no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), dentre as turmas de Ensino Fundamental, anos iniciais, em toda a Rede Municipal de Educação. Os resultados foram divulgados esta semana.

Respectivamente, essas escolas atingiram os seguintes números: 7,2; 6,8; e 5,7. Com isso, todas se mantiveram acima das médias projetadas pelo Ministério da Educação para elas nesta medição. E esse fato se repetiu outras 43 vezes em toda a Rede. A Escola Municipal Adenil da Costa Falcão, por exemplo, teve média 5,6, enquanto o resultado esperado pelo MEC era de um ponto abaixo disso – 4,6.

A Escola Municipal Godofredo Coutinho Pereira teve desempenho parecido. Enquanto sua meta era alcançar uma média de 4,3 pontos, seu resultado final foi 5,6 – 1,3 acima do esperado. Logo em seguida, a Luis Alberto da Associação União e Força ficou um décimo acima de sua nota-alvo, atingindo 5,4. 

Já a Escola Doutor João Duarte Guimarães saiu da média de 4,4, registrada em 2017, para 5,4, em 2019 – superando em oito décimos o plano do Governo Federal. A Doutor Nóide Cerqueira manteve seu desempenho alcançado em 2018, obtendo o índice de 5,4, dentro da média esperada.

A Escola Municipal Professor Otávio Mansur de Carvalho vem logo depois com média 5,3 – quatro décimos acima do esperado. O Centro Integrado de Educação Municipal Professor Joselito Falcão de Amorim também alcançou 5,3 como resultado final. Esse número representa uma superação de cinco décimos do que foi considerado ideal para a unidade de ensino.

Das 206 escolas que integram a Rede Municipal, 95 foram submetidas à avaliação. Destas, 49 escolas atingiram suas metas – ao todo, 46 delas tiveram índice acima do esperado e duas escolas estagnaram em relação à avaliação anterior, de 2017.

O Ideb é o principal indicador da qualidade da educação básica no Brasil. É calculado com base nos resultados das provas de português e matemática aplicadas a cada dois anos e no fluxo escolar – taxa de aprovação, reprovação e ainda abandono dos estudantes.

(Com informações da Secom)