As inconvenientes manifestações agendadas pela direção atual da APLB no centro de Feira de Santana passaram do ponto nesta terça-feira (29). Em tempos de pandemia de covid-19, com mais de 200 mortes no município, alguns integrantes do Sindicato simularam o enterro do prefeito Colbert Filho, em uma clara demonstração de desrespeito ao ser humano.

O atual insignificante poder de mobilização da categoria reflete a falta de credibilidade de sua gestão – manifestações com muito barulho, tumulto no trânsito, mas pouca adesão.

O politizado movimento da direção da APLB exige pagamento de horas extras e ajuda para transporte, benefícios concedidos em período letivo. Vantagens barradas pela Justiça neste período de pandemia.

O mérito do protesto não se discute. O momento e o formato é que geram desconfiança. O slogan “Sindicalismo sem partidarismo”, nesta gestão da APLB, está esquecido. Saudades de Eduardo Miranda.