Servidores públicos municipais que receberam irregularmente recursos do auxílio emergencial de R$ 600,00 (mães solteiras receberam R$ 1.200,00) do Governo Federal estão em polvorosa e correndo para devolver o dinheiro. A iniciativa ocorre logo depois que o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) notificou a fraude praticada por alguns funcionários do Legislativo e também do Executivo Municipal.
A devolução voluntária dos recursos está sendo recorrida por parte dos 179 funcionários da Prefeitura e mais 11 da Câmara Municipal, acusados de terem recebido o benefício irregularmente, como forma de tentar evitar punição.
O prefeito Colbert Filho anunciou que já abriu sindicância e está determinado a punir quem recebeu os recursos do benefício social emergencial irregularmente.
Por determinação do chefe do Executivo Municipal, já foi aberta comissão de sindicância. Ele antecipa que o Governo Municipal vai exigir a devolução dos recursos do auxílio emergencial destinado às pessoas em situação de pobreza durante a pandemia, de quem recebeu indevidamente e que a prática pode até gerar demissão.
Por orientação do próprio TCM, os nomes das pessoas suspeitas de terem recebido os recursos indevidamente estão sendo mantidos sob sigilo. Mesmo porque a solicitação pode ter sido fraudada por outras pessoas, como já foram identificados diversos casos em todo o país.