Candidato do Podemos a prefeito de Feira, o ex-deputado Carlos Geílson faz um balanço de sua campanha. Ao Protagonista, com exclusividade, informa que não foi procurado por nenhum outro candidato para conversar em torno de seu apoio sobre um eventual segundo turno. “Seria descabido, pois estou no páreo”, diz. Geílson revela, também, sua agenda para após as eleições, “seja qual for o resultado”.

O Protagonista – Qual avaliação o sr. faz da sua campanha até agora?

Carlos Geílson – Positiva. Alicerçada na força de suplantar as adversidades e os obstáculos enfrentados. Mesmo com os parcos recursos oferecidos pelo partido, isso não diminuiu nosso ímpeto e a vontade do contato com a população.

Tivemos que compensar essa falta de recursos buscando oxigenar a campanha no contato corpo a corpo, embora limitado pelas medidas restritivas devido à pandemia. Isso acaba prejudicando uma candidatura que tem o viés de mais proximidade com o eleitorado.

Encerrando a campanha estou feliz por ficar mais perto da população, dizer o que pensamos e como vamos governador o município, tendo como pilares: valorização da cidadania, inclusão social e descentralização do poder. Nos apegamos nesses três itens para elencar as muitas obras que faremos em Feira nos próximos 4 anos de nosso mandato.

O Protagonista – O sr. já foi procurado por algum candidato em busca de apoio seu para um eventual segundo turno?

Carlos Geílson – Não fui procurado. Até porque o concorrente ficaria inibido de apresentar uma proposta descabida desta a um candidato que está no páreo para ir ao segundo turno. Todas as notícias divulgadas sobre possíveis acordos meus não passam de fake news.

O Protagonista – Terminada a votação, domingo (15), o sr. já tem agenda definida?

Carlos Geílson – Segunda-feira (16), eu vou dedicar ao descanso total e absoluto. De eventual segundo turno só começo a conversar a partir da terça (17), seja qual for o resultado das eleições.