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Sindicato dos Comerciários bate o pé para não abrir lojas no sábado (1/5); empresários ainda têm esperança

Marco Silva, representante do Sindicato do Comércio de Feira de Santana, destaca a busca pela preservação dos empregos
Sindicato dos Comerciários bate o pé para não abrir lojas no sábado (1/5); empresários ainda têm esperança Sindicato dos Comerciários bate o pé para não abrir lojas no sábado (1/5); empresários ainda têm esperança

Embora o presidente do Sindicato dos Comerciários tenha declarado que a categoria não vai abrir mão de ficar em casa no feriado de sábado, 1/5, Dia do Trabalhador, a classe empresarial ainda tem esperança de abrir as portas das lojas no centro da cidade. O sindicato patronal ainda busca reverter a situação.

Antônio Cedraz declarou ao site ConectadoNews que apenas as lojas dos shoppings firmaram acordo com o Sindicato dos Comerciários para funcionar no sábado (1/5), com pagamento de R$ 70 reais a diária. “Não abriremos mão da data”, declarou ao ConectatoNews.

O Protagonista ouviu Marco Antônio Santana Silva, representante do Comércio de Feira de Santana – o presidente José Carlos Moraes está licenciado. “Estamos negociando com o sindicato, com Antônio Cedraz. Sempre foi um diálogo positivo. Temos demonstrado a importância da manutenção do emprego e da renda. Este é um esforço de todos: manter os empregos”, acentua.

“Nosso entendimento é que estamos negociando. No momento a posição dos comerciários, através do sindicato, é que o acordo vale apenas para shoppings. Não desistimos. O comércio do centro da cidade precisa, também, desse oxigênio financeiro, evidentemente seguindo os protocolos de segurança em relação à covid. Feira está à frente no combate à doença. O comércio tem sido muito prejudicado com a pandemia. No mundo todo, são recordes de desemprego e nós, aqui, estamos tentando segurar. Estender o funcionamento do comércio para o centro, no sábado próximo, feriado, seria bom para todos. As pessoas já não vão viajar, pois não se pode aglomerar. A categoria tem o Dia do Comerciário, em outubro, e, acho, seria mais importante comemorar na data no dia específico deles”, pondera Marco.

Alguns lojistas entraram em contato com o Protagonista nesta quarta (28), para destacar o que classificam como intransigência do presidente do Sindicato dos Comerciários de Feira de Santana. Pediram para não se identificar para não atrapalhar as negociações entre os sindicatos, mas mostram indignação com a posição “radical” do representante dos comerciários. “As lojas ficaram fechadas durante muitos meses. Houve falências e desemprego na categoria. Mesmo assim, insensível a tudo isso, o presidente do Sindicato dos Comerciários radicaliza. É uma pena. Todos perdem”, destacou o dono de uma das maiores lojas do centro de Feira.

 

Comentários (1)

Os negociantes são engraçados. Primeiro citam "diálogo positivo". Depois, vêm com a patada de "intransigente" e "radical". E usam a retórica de manter empregos, quando, na verdade, querem é esvaziar as manifestações de 1o de Maio. Os trabalhadores nunca devem tirar de mente que o capitalismo é uma mão dupla: caminham juntos com a classe empresarial. Um depende do outro, têm a mesma importância. E não se deixar levar pela conversa de que recebem favor..

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