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Atualizado em: 11-01-2026 10:29

Suspeita de intoxicação por metanol é investigada pela Polícia Civil; paciente segue internada no HGCA

A paciente segue internada no HGCA
Suspeita de intoxicação por metanol é investigada pela Polícia Civil; paciente segue internada no HGCA Suspeita de intoxicação por metanol é investigada pela Polícia Civil; paciente segue internada no HGCA

A 1ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (1ª COORPIN), por meio da Central de Flagrantes de Feira de Santana, instaurou ocorrência para apurar um caso de possível falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de substância ou produto alimentício relacionado a bebidas**, com ou sem teor alcoólico, tipificado no artigo 272, §1º, do Código Penal Brasileiro**, envolvendo suspeita de intoxicação por metanol.

De acordo com a ocorrência nº 24.015/2026**, o caso veio ao conhecimento da polícia após comunicação oficial do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA). A paciente é Jackeline Guimarães Reis, de 39 anos. Ela deu entrada no último dia 9.

Segundo o registro, a paciente relatou que os sintomas tiveram início em 7 de janeiro. O quadro clínico evoluiu com náuseas persistentes, epigastralgia e mal-estar, seguido de desconforto respiratório progressivo, culminando em insuficiência respiratória aguda. Exames laboratoriais apontaram insuficiência renal, associada a acidose metabólica grave com ânion gap aumentado e elevação dos níveis de lactato.

Ainda conforme o relatório médico, o conjunto de achados clínicos e laboratoriais é compatível com intoxicação por metanol, não sendo justificado por outras causas conhecidas. A paciente permanece internada em leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em estado grave, sob ventilação mecânica e uso de droga vasoativa.

O local onde ocorreu o fato ainda não foi identificado, tendo a suspeita sido constatada a partir do atendimento hospitalar.    A paciente não é de Feira de Santana.

A Polícia Civil segue investigando a origem da substância ingerida e trabalha para identificar possíveis responsáveis pela comercialização ou distribuição de bebida adulterada, bem como prevenir novos casos semelhantes no município.

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